Godzilla vs. Kong é o quarto filme do Monstroverso e desde que seu conceito foi apresentado ao público pela primeira vez, a expectativa só cresceu. Godzilla e King Kong são os maiores, e mais amados, titãs do cinema e um embate entre eles sempre foi um desejo dos fãs.

Depois de Kong: Ilha da Caveira e os dois filmes do Godzilla, já sabemos o suficiente sobre titãs para encarar um filme com os dois alfas desse universo. Inclusive, se já faz um tempo desde a última vez que você assistiu a esses primeiros filmes, fizemos um vídeo com 10 coisas que você precisa se lembrar antes de assistir Godzilla vs. Kong que você pode conferir aqui.

Só pelos trailers lançados já ficava claro que, nesse filme, os titãs estariam maiores – e mais destrutivos – que nunca. Monstros gigantes não são novidade no cinema, com certa frequência vemos novos filmes trazendo criaturas que prometem ser esse vilão incompreendido e impossivelmente enorme e a maioria avassaladora não tem sucesso, mas temos uma boa notícia para os fãs dos monstros: Godzilla vs. Kong entrega o que promete.

Já começamos vendo que Kong cresceu desde seu filme anterior, Kong: Ilha da Caveira, e está grande o suficiente para ser uma ameaça direta para o Godzilla, que estava vivendo tranquilamente e longe da população desde os acontecimentos de Godzilla 2: Rei dos Monstros, e agora é provocado por algo que ameaça sua soberania.

Até o momento, Kong também estava vivendo em paz e tudo estava bem, mas é claro que é a intervenção do homem que acorda os gigantes e dá um start nas batalhas épicas que se seguem.

A trama principal do filme não é a melhor coisa do mundo, muito menos do longa, em algumas vezes o roteiro não se sustenta, mas a grande jogada de Godzilla vs. Kong é que as cenas de ações são tão frequentes que te fazem deixar de lado o que está acontecendo na história. As cenas de ação são o foco do filme, isso não é escondido em momento algum e são, realmente, essas cenas que fazem valer a pena. Com ação do começo ao fim, quase toda desenvolvida em CGI, as batalhas travadas por Godzilla e Kong são tão grandiosas quanto os titãs e impressionam, principalmente nas telonas dos cinemas.

Fora os cenários já conhecidos, somos apresentados à uma terra completamente nova, e importantíssima para trama, que, além de muito interessante visualmente, ainda traz informações importantes sobre Kong e as origens dos titãs e abre uma brecha para uma possível continuação, apesar de até o momento nada ter sido confirmado.

Os personagens humanos também são relevantes para a história, não tanto quanto os titãs, é verdade, mas trazem um frescor à trama, principalmente com as personagens Madison Russell (Millie Bobby Brown) que já havia participado de Godzilla 2 e Jia (Kaylee Hottle), uma menina surda que desenvolve uma relação de confiança com Kong e, muitas vezes, rouba a cena.

Os humanos, no geral, também não parecem importar muito em qualquer aspecto, as lutas que acontecem nas grandes cidades, ou qualquer luta, deixam rastros de destruição enormes e consequentemente muitas mortes, mas não é dada a mínima atenção à essa questão. Godzilla vs. Kong é sobre o embate dos titãs para definir quem será o alfa, já que só pode existir um, e todos os aspectos em torno desse tema acabam dando muito certo.

Esse é o blockbuster que os fãs dos titãs esperavam e vale a ida – com muito cuidado e todos os protocolos de segurança – aos cinemas. Godzilla vs. Kong entra em cartaz em 29 de abril.

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Nem assistimos "#LegoStarWars: Contos Aterrorizantes", mas já amamos as referências. #StarWars

De acordo com alguns vazamentos, a duração de #HomemAranhaSemVoltaParaCasa é de 2 horas e 37 minutos. #SpiderManNoWayHome

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