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No dia 16 de julho (domingo) acontece mais um edição do projeto Phenomena, o qual tem por objetivo realizar exibições de filmes de ficção, horror e fantasia mensalmente, sempre escolhendo películas que exploram o lado mais irreal e misterioso do cinema.

O tema desse mês é o rock, segundo o projeto “Pra engrossar o caldo da programação focada em rock and roll que o CCSP selecionou para julho, escolhemos dois filmes que embora muito distintos, trazem o DNA da contra cultura nas veias e o pulso ousado do rock em seu coração.”.

Confira abaixo a programação.

17h: “Submarino Amarelo” (1968), de George Dunning

19h: “The Rocky Horror Picture Show” (1975), de Jim Sharman

As exibições serão realizados no Centro Cultural São Paulo, localizado na Rua Vergueiro, 1000, ao lado do metrô Vergueiro. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados com uma hora de antecdência do filme, é possível fazer a retirada para as duas sessões.

Sinopses.

“Submarino Amarelo”: O filme é, antes de tudo, uma grande viagem no melhor estilo do ditado “quem se lembra da década de 1960, não viveu a década de ‘60”. Desde o início o clima é de sonho, de uma viagem ultracolorida de LSD. Em meio a essas tantas cores, temos alguns elementos da pop art que apenas deixam esse cenário mais psicodélico. O filme é uma miscelânea lisérgica. tem pop e op art, Magritte, Escher, Warhol e Klint.. tem colagens, gravuras, filme, fotografia, animação.. multicolorido, o arco-íris na mesma época foi incorporado à cultura hippie e serviu de bandeira ao movimento aquariano. Nesta versão digital restaurada, em estéreo surround, apresenta a sequência inédita de “Hey Buldog”. Yellow Submarine é “um tour de force divertido, fascinante e repleto de energia”.

“The Rocky Horror Picture Show”: Em um mercado que estava apenas começando a se acostumar a um ambiente comercial mais “hostil” a filmes inofensivos e mais “receptivo” a obras alternativas (um processo que seria retraído e retomado várias vezes entre 1975 e hoje em dia), Rocky Horror trouxe uma proposta selvagemente “inapropriada” para o grande cinema e ganhou uma penca considerável de seguidores fieis no processo. A ambiguidade sexual que os mais puristas provavelmente veriam como “profana” é tornada sagrada em Rocky Horror, um filme que faz referência a terrores kitsch do começo de Hollywood (os filmes do famoso “pior diretor da história”, Ed Wood, são grande influência da estética e estrutura do musical), mas escolhe martirizar ao invés de vilanizar o seu cientista louco, um anti-herói que prega a liberdade sexual e libidinosa de uma diva burlesca enquanto se entrega aos impulsos mais pseudo-bregas do roteiro e da concepção do filme de Sharman.

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