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Você já teve vontade de ver através dos olhos de outra pessoa? Por 200 dólares você consegue, mas no caso, a outra pessoa é o John Malkovich. Com uma trama absurda, “Quero Ser John Malkovich” tem a capacidade de fazer uma grande de variedade de críticas ao comportamento humano e é um deleite para aqueles que gostam de terminar um filme e não conseguir parar de pensar nele.

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A história acompanha a vida de Craig, um controlador de marionetes fracassado que consegue um emprego num edifício no mínimo curioso. No andar 7½, ele descobre uma pequena passagem para a cabeça de John Malkovich e com ajuda uma sedutora parceira, eles começam a vender ingressos para a inusitada experiência de ser outra pessoa. O sucesso do negócio já é o suficiente para pensarmos muito sobre o quão vazia é a nossa vida, ou pelo menos o quão vazia nós pensamos que ela é. Este não é o primeiro filme que exalta a necessidade humana de ser transportado de sua realidade para outra, como uma forma de escape dos problemas e angustias, porém, aqui é apresentada a proposta “tentadora” de apenas observar a vida de outra pessoa, sem ter nenhum controle sobre o que está acontecendo. Ao desenvolver a trama com essas premissas, o filme faz com que você tenha uma benéfica reflexão sobre o valor da sua própria vida.

Além disso, o personagem principal não é um controlador de marionetes por acaso. A manipulação está presente nas relações entre os personagens principais, e levantam questionamentos sobre “amor” abusivo. É interessante observar como o personagem é ironicamente manipulado, e vai sendo deixado de lado durante o filme.

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O roteiro foi escrito por Charlie Kaufman, também responsável por “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças”, e segue um raciocínio pouco convencional que culmina numa sequência final superior a muitos filmes de ação e aventura. A direção de Spike Jonze trabalha a trama no sentido de instigar o espectador a refletir sobre alguns aspectos do cotidiano, o suficiente para não cansar ou tentar transformar o filme numa tese de filosofia. Mais recentemente, o diretor, que trabalha principalmente com clipes musicais, voltou a trazer questionamentos filosóficos no cinema com o longa “Ela”.

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John Cusack estrela o filme, onde não vemos um personagem muito diferente de seus habituais papéis com perfil de homem paspalhão. Por outro lado, temos uma quase irreconhecível Cameron Dias em cenas de submissão que deixam a Dakota Johnson, no papel de Anastasia Steele no chinelo. Mas a atuação de Catherine Keener merece destaque, que interpretando uma (quase) antagonista sedutora conseguiu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.

Apesar de temas aparentemente tensos e complexos, “Quero ser John Malkovich” ainda é uma comédia, que em situações inusitadas consegue tirar boas risadas. Quem você vai querer ser?

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