A nova série da Netflix “The End of the F***ing World” traz uma discussão sobre empatia, relações sociais e o auto-descobrimento

[et_pb_section admin_label=”section” background_image=”http://supercinemaup.com/wp-content/uploads/2018/01/The-End-of-the-Fucking-World-Netflix-Trailer-Super-Cinema-UP.jpg” transparent_background=”off” allow_player_pause=”off” inner_shadow=”off” parallax=”on” parallax_method=”off” make_fullwidth=”off” use_custom_width=”off” width_unit=”on” make_equal=”off” use_custom_gutter=”off”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”1_2″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”http://supercinemaup.com/wp-content/uploads/2018/01/The-End-of-the-Fucking-World-pôster-crítica-netflix-super-cinema-up.jpg” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”left” sticky=”off” align=”left” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” custom_margin=”|10px||” /][/et_pb_column][et_pb_column type=”1_2″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”justified” background_color=”rgba(234,234,234,0.6)” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” custom_margin=”|||10px” custom_padding=”10px|10px|10px|10px”]

“The end of the F***ing World” é uma série que começa com um tom leve, levando o público ao um tom mais pesado com o passar dos episódios. Para quem não sabe o que esperar, a série conversa com muitas outras obras como “Dexter”, “Bonnie & Clyde”, “As Vantagens de ser Invisível” e “Submarine”, sem nunca ultrapassar a homenagem. Aqui temos James, um garoto com conflito de ser um psicopata ou não. Ele usa a escola para observar as pessoas e finalmente fazer sua primeira vítima. Por sorte ou não, ele encontra Alyssa; uma garota excêntrica que ao ver James, busca a aceitação de como ela vê o mundo. Ao se relacionarem, a história caminha para o famoso clichê de casal, porém, com apenas 20 minutos por episódio, somos abordados pelo tema psicopatia de uma forma diferente. Por vezes desafiando o público com diálogos desbocados de Alyssa, mas muito bem humorados e uma certa estranheza que pode causar incômodo em alguma parte do público, sem nunca perder o apreço do que ainda está por vir. Muitas vezes, percebemos o quão os criadores também conversam com o diretor Tim Burton, pela forma distanciada como os personagens se relacionam com o mundo real; as vezes algumas atitudes não parecem fazer parte de uma pessoa real e todo aquele que comprar a ideia do extraordinário e bizarro, pode gostar do que está por vir.

[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”justified” background_color=”rgba(234,234,234,0.6)” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” custom_padding=”10px|10px|10px|10px”]

Com um roteiro que nos desafia mais do que nos recompensa, “The end of the F***ing World”, promete nos primeiros episódios algo inovador, mas a proteção dos criadores com os personagens faz com que você perceba até a metade da série que algumas consequências não pesam tanto quanto os atos. Com uma fotografia linda e uma boa composição de cena, a nova série da Netflix promete entregar frames tão bonitos quanto outros de suas obras, nunca se deixando levar pelo habitual e sempre explorando um pouco mais sobre os personagens em diálogos e narrações em off. Porém não podemos dizer o mesmo da composição de cenas atreladas a um carnaval de músicas, nos mostrando que ou os criadores estavam empolgados com sua playlist do Spotify, ou realmente a insegurança dos diálogos, das narrações e as composições de cena não são o bastante para uma empatia entre público, história e personagens, torando-os de três em três minutos, fragmentos de videoclipes “teen“. Sem soar com descrédito, tais negatividades, temos aqui uma obra de qualidade que flerta com o bizarro de uma maneira as vezes inventiva e as vezes rasa, nada que chegue perto de um Tim Burton ou um David Linch, mas é muito bom ver que ideias diferentes estão alcançando com facilidade o grande público.

[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”1_2″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”http://supercinemaup.com/wp-content/uploads/2018/01/The-End-of-the-Fucking-World-pôster-crítica-netflix-super-cinema-up-.jpg” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”left” sticky=”off” align=”left” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” custom_margin=”|10px||” /][/et_pb_column][et_pb_column type=”1_2″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”justified” background_color=”rgba(234,234,234,0.6)” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” custom_margin=”|||10px” custom_padding=”10px|10px|10px|10px”]

Fazendo assim “This is the F***ing World” se torna uma discussão que vale a pena, abordando assuntos familiares como o abandono dos pais, suicídio, homicídio, dúvidas, descrenças e um olhar para o diferente. Com atuações regulares por parte de James, sem muita expressão e carisma, fazendo com que isso seja o principal elo com o público. Quem realmente brilha na série é Alyssa, fazendo as vezes com que a gente se pergunte se a história é realmente por causa de James e não por ela. Claro que o envolvimento dos dois é parte essencial para a trama, mas são todas as atitudes de Alyssa que a história deixa de caminhar para finalmente se mostrar para o que veio. Sendo assim, depois de maquinar todas as apresentações, nos perguntamos onde “The end of the F***ing World” vai nos levar, mesmo caindo sempre no habitual e corriqueiro no final, a série é mais uma daquelas que nos faz apreciar a jornada de ver o caminho do ciclo, onde as vezes até os bizarrinhos querem no fim se tornar normais, mesmo que seja duro ser assim.

[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]

Não quer perder nenhuma notícia? Siga o nosso perfil no Twitter!

A #Netflix está desenvolvendo uma série live-action de Pokémon.

Tweets de @DanielRPK, um jornalista reconhecido pela sua assertividade em vazamentos sobre blockbusters, dão a entender que #HomemAranhaSemVoltaParaCasa pode ser adiado caso a situação da pandemia de #COVID19 não melhore nos EUA e no mundo.

Segundo rumores, o seriado #Hawkeye estreará em novembro e terá fortes conexões com #HomemAranhaSemVoltaParaCasa. Ambas produções se passam em uma época natalina, o que podemos esperar?

2

De acordo com o @Collider, #MichaelBJordan está desenvolvendo um projeto da versão negra do #Superman para a HBO Max. Possivelmente, o astro também irá estrelar a produção.

Uma possível sequência de #JungleCruise já está em pauta entre os executivos da Disney.

Lashana Lynch (Maria Rambeau), voltará em #TheMarvels apesar de sua morte em #WandaVision.