“Tour The France” retrata o preconceito com os imigrantes de forma leve, mas intrigante

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Um dos sucessos do Festival Varilux, da França, foi o longa “Tour the France”, dirigido por Rachid Djaïdani. O longa traz no elenco o grande Gérard Depardieu, Louise Grinberg e jovem ator e rapper Sadek, que aos 27 anos, faz sua estreia nas telonas. “Tour the France” fala sobre tolerância em uma sociedade retrógrada e preconceituosa.

Far’Hook é um jovem rapper de 20 anos. Após um acerto de contas, ele é obrigado a sair de Paris por algum tempo. Seu produtor, Bilal, propõe a ele que o substitua e acompanhe seu pai Serge numa volta pelos portos da França, seguindo os passos do pintor Joseph Vernet. Apesar do choque de gerações e culturas, uma amizade improvável surge entre o rapper promissor e esse pedreiro do norte da França durante um périplo que os levará a Marselha para um show final, o da reconciliação.

Em sua primeira atuação, Sadek se saiu muito bem. As melodias que canta durante o filme são como músicas cantadas pelos rappers americanos e as cenas em que se apresenta são bem parecidas com as das obras hollywoodinas em que os negros aparecem em guetos, com seus grupos, entre outras características.

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Já Gérard Depardieu, vivendo Serge, um homem solitário e preconceituoso, apenas reforça o quanto esse ator é respeitado por seu talento. Ele não aceita que seu filho tenha se convertido ao Islã e ao saber a origem de Far’Hook, o trata com desdém, esnobando o jovem que não se intimida pelas atitudes do velho. Entretanto, Serge percebe que o rapaz sofre dos mesmos problemas em relação a autoafirmação onde vivem e acaba se identificando com ele, ou seja, todos os imigrantes sofrem as mesmas dificuldades.

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A mensagem passada no filme é a de tolerância, que não existe no país. A França vive um momento conturbado, principalmente em relação aos atentados terroristas que ocorreram nos últimos anos. Desta forma, os atores do filme reforçaram que a mensagem do longa não foi muito bem recebida, principalmente pela geração mais jovem do país. Sadek até chegou a alugar uma sala de cinema e levar garotos de seu bairro para assistir ao filme, e, agora, os jovens passaram a ver o tema com outros olhos.

Considerando que a música e a pintura são as motivações do filme, a fotografia do filme é excelente. Muito colorido e com panorâmicas dos pontos turísticos menos explorados da França, o filme fica cada vez mais rico em elementos. A trilha sonora também é encantadora e rejuvenesce a proposta do longa.

O longa traz uma mensagem que nos faz refletir em todo momento e provoca sensações inimagináveis. Desta forma, assista a essa “dramédia” e se delicie com cada atuação.

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